Dra. Flávia Bonato — Cirurgiã Plástica
Dra. Flávia Bonato

Dra. Flávia Bonato

Cirurgiã · Palmas

Cirurgias Mamárias

Quais são as principais cirurgias mamárias e como entender qual pode ser indicada para cada objetivo?

20 jul 2026
16 minutos
Quais são as principais cirurgias mamárias e como entender qual pode ser indicada para cada objetivo?

Principais tópicos

  • A mamoplastia de aumento costuma ser procurada quando o objetivo principal é ampliar o volume mamário, corrigir pequenas assimetrias ou buscar mais proporção entre as mamas e o corpo.
  • A mastopexia trata a queda das mamas e pode ser feita com prótese, quando também há desejo de recuperar volume, ou sem implante, quando o tecido existente é suficiente.
  • A mamoplastia redutora reduz o peso e o volume das mamas, remodela o formato e pode contribuir para aliviar desconfortos associados à mamas muito volumosas.
  • O explante mamário remove próteses de silicone e pode ser associado à mastopexia quando há necessidade de reposicionar os tecidos após a retirada dos implantes.
  • A cirurgia de ginecomastia trata o aumento mamário masculino após avaliação da presença de tecido glandular, gordura localizada, alterações hormonais, medicamentos e outras possíveis causas.

Como este guia ajuda a entender as possibilidades de cirurgia mamária?

Cirurgias mamárias são procedimentos planejados para modificar volume, forma, posição, proporção ou composição das mamas. Dentro desse grupo, existem cirurgias voltadas ao aumento mamário, à correção da flacidez, à redução de volume, à retirada de próteses e ao tratamento do aumento das mamas em homens. Embora muitas pessoas pesquisem apenas por “silicone”, “mama caída” ou “redução de mama”, esses termos podem corresponder a necessidades anatômicas e cirúrgicas bastante diferentes.

A escolha entre mamoplastia de aumento, mastopexia, mamoplastia redutora, explante mamário ou ginecomastia não deve partir apenas de uma foto de referência ou de uma tendência estética. A avaliação considera largura do tórax, qualidade da pele, distribuição do tecido mamário, posição da aréola, histórico de gestação, oscilações de peso, cirurgias anteriores, presença de próteses e expectativas sobre formato, cicatriz e manutenção do resultado ao longo do tempo. Por isso, duas pacientes que desejam “levantar os seios” podem receber planejamentos distintos.

Este conteúdo funciona como um guia comparativo para quem está no início da pesquisa sobre cirurgia de mama. O objetivo é tornar mais clara a relação entre cada queixa e os procedimentos que costumam ser considerados em uma avaliação especializada, sem transformar a cirurgia em uma decisão padronizada. A definição final depende da análise presencial, dos exames indicados e da conversa individual entre paciente e cirurgião.

O que são cirurgias mamárias e quais fatores definem o planejamento?

Cirurgias mamárias são procedimentos que modificam aspectos estruturais das mamas ou do tórax masculino. Elas podem aumentar o volume, reduzir o excesso de tecido, reposicionar a aréola, corrigir flacidez, retirar implantes ou melhorar o contorno mamário masculino. Em cirurgia plástica, o planejamento não se limita ao tamanho desejado: ele envolve proporção corporal, elasticidade da pele, espessura dos tecidos, simetria prévia e a estabilidade esperada para cada caso.

A anatomia influencia diretamente a indicação. Quando há pouco volume, mas a pele tem boa sustentação, a mamoplastia de aumento pode ser suficiente. Quando existe queda mamária, apenas inserir uma prótese nem sempre corrige a posição da aréola ou o excesso de pele. Em mamas grandes e pesadas, a redução pode ser mais adequada do que um simples levantamento. Já após a retirada de implantes, a necessidade de mastopexia depende do volume remanescente, da qualidade da pele e da adaptação desejada para o novo contorno.

O histórico de saúde também faz parte da decisão. Uso de medicamentos, tabagismo, doenças prévias, alterações de cicatrização, gravidez planejada, perda de peso recente e cirurgias mamárias anteriores interferem na estratégia e na recuperação. Em procedimentos com implantes, a decisão deve incluir uma conversa clara sobre riscos, necessidade de acompanhamento e possibilidade de futuras cirurgias, pois próteses mamárias não são dispositivos vitalícios.

Quando a mamoplastia de aumento pode ser indicada para ganhar volume e proporção?

A mamoplastia de aumento pode ser indicada quando o principal objetivo é ampliar o volume das mamas, corrigir pequenas assimetrias ou melhorar a proporção entre o busto e o restante do corpo. O procedimento utiliza implantes mamários para criar mais projeção e preenchimento, respeitando os limites anatômicos de cada paciente. Não existe um volume universalmente ideal: a escolha depende da largura do tórax, da espessura dos tecidos, da base mamária e do resultado desejado.

A pesquisa por “cirurgia para aumentar os seios” geralmente parte de uma percepção de pouco volume ou de perda de preenchimento após a gestação, amamentação ou emagrecimento. Porém, é importante diferenciar perda de volume de flacidez relevante. Quando a aréola está bem posicionada e a pele tem boa qualidade, o implante pode atender ao objetivo estético. Quando há queda mamária mais evidente, a mastopexia pode ser necessária para reposicionar a mama, com ou sem prótese.

A escolha da prótese envolve formato, perfil, projeção e largura compatível com o tórax. A decisão não deve ser guiada apenas por mililitros ou pela aparência de outra pessoa, porque o mesmo volume pode produzir resultados diferentes conforme o biotipo, a base mamária e a cobertura de tecidos.

A Food and Drug Administration (FDA) destaca que os implantes exigem informação clara sobre benefícios, riscos, possibilidade de reoperações e acompanhamento ao longo do tempo. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece requisitos de identidade, qualidade e certificação de conformidade para implantes mamários, além de reforçar a necessidade de manter o acompanhamento pós-operatório e os exames indicados pelo cirurgião responsável (ANVISA, 2021; ANVISA, 2025; FDA, 2023).

Quando a mastopexia com prótese pode ser mais adequada do que apenas colocar silicone?

A mastopexia com prótese pode ser indicada quando há queda das mamas, flacidez de pele e desejo de recuperar ou aumentar o volume mamário. Ela combina o reposicionamento da mama e da aréola com a inclusão de implantes, buscando tratar ao mesmo tempo a perda de sustentação e a falta de preenchimento. É uma opção frequentemente considerada após a gestação, amamentação, emagrecimento importante ou envelhecimento natural dos tecidos.

A diferença principal entre mamoplastia de aumento e mastopexia com silicone está na necessidade de remover excesso de pele e reposicionar estruturas mamárias. Uma prótese aumenta o volume, mas não necessariamente resolve a queda da mama. Quando a aréola está baixa, a pele está excedente ou o polo inferior está muito esvaziado, o levantamento pode ser parte essencial da estratégia. A indicação depende do grau de ptose mamária, do volume existente e da expectativa de resultado.

Estudos clínicos sobre mastopexia associada ao aumento mamário mostram que o procedimento exige seleção criteriosa e planejamento técnico cuidadoso, porque reúne intervenções sobre pele, tecido mamário e implante na mesma cirurgia. Isso reforça a importância de discutir cicatrizes, estabilidade dos tecidos, possibilidade de ajustes futuros e limites individuais antes de decidir pela combinação entre lifting mamário e prótese.

Quando a mastopexia sem prótese pode ser indicada para levantar as mamas?

A mastopexia sem prótese pode ser indicada quando o principal objetivo é reposicionar as mamas, corrigir flacidez e melhorar o formato, sem necessariamente aumentar o volume. Esse procedimento utiliza o próprio tecido mamário para remodelar a mama e reposicionar a aréola, sendo uma alternativa para pacientes que não desejam implantes ou que já possuem volume suficiente para o resultado pretendido.

A busca por “mastopexia sem silicone” cresceu entre pacientes que desejam uma aparência proporcional ao corpo, sem adicionar volume artificial. Em alguns casos, a cirurgia reorganiza o tecido existente para melhorar a projeção e o contorno. A possibilidade de enxertia de gordura pode ser analisada pontualmente, mas não substitui a função estrutural de uma prótese quando existe perda importante de volume ou pouca cobertura de tecidos.

A mastopexia sem prótese costuma ser uma opção relevante para mulheres que sentem incômodo com mama caída após gestação, amamentação ou emagrecimento, mas não querem colocar silicone. A avaliação precisa considerar se o volume mamário atual é compatível com a expectativa estética, porque o lifting melhora posição e forma, mas não cria aumento significativo de volume. O planejamento também define a extensão da cicatriz necessária para cada grau de flacidez.

Quando a mamoplastia redutora pode ser indicada para reduzir peso, volume e desconforto?

A mamoplastia redutora pode ser indicada quando o volume das mamas provoca desconforto físico, dificuldade para encontrar roupas, limitação para atividades físicas ou sensação de desproporção corporal. A cirurgia reduz tecido mamário, gordura e pele em quantidade planejada, ao mesmo tempo em que remodela as mamas e reposiciona a aréola. Por isso, ela não representa apenas uma redução de tamanho: também envolve reconstrução do formato mamário.

Mamas muito volumosas podem estar associadas a dor em ombros, pescoço e costas, sulcos marcados pelo sutiã, irritação de pele abaixo das mamas e dificuldade para praticar exercícios. Diretrizes da American Society of Plastic Surgeons reconhecem que a mamoplastia redutora pode aliviar sintomas relacionados à hipertrofia mamária e melhorar aspectos de qualidade de vida, desde que a indicação seja construída a partir da avaliação clínica e das necessidades da paciente.

A quantidade de tecido retirado não deve ser tratada como único critério de benefício. Pesquisas com questionários específicos para cirurgia mamária apontam melhora relatada por pacientes em aspectos físicos, psicossociais e de satisfação com as mamas após a redução. Cada caso, porém, exige análise de tamanho, peso mamário, elasticidade da pele, posição das aréolas, assimetrias e desejo de proporção corporal.

Como funciona o explante mamário e quando ele pode ser associado à mastopexia?

O explante mamário é a cirurgia realizada para retirar próteses de silicone. Ele pode ser procurado por mudança de preferência estética, desejo de não manter implantes, ruptura, contratura capsular, insatisfação com o resultado anterior ou necessidade de revisão cirúrgica. A retirada não significa que todas as pacientes terão o mesmo aspecto mamário depois da cirurgia, porque o resultado depende do tempo de uso dos implantes, do volume das próteses, da elasticidade da pele e do volume de tecido mamário remanescente.

Após a retirada do silicone, algumas pacientes mantêm boa acomodação dos tecidos apenas com o explante. Outras podem apresentar excesso de pele, queda mamária ou perda de preenchimento no polo superior. Nesses casos, a mastopexia pode ser associada à cirurgia para reposicionar a mama. Em situações selecionadas, também pode haver discussão sobre remodelação do tecido próprio ou enxertia de gordura, sempre de acordo com as características anatômicas e os objetivos definidos em consulta.

A decisão sobre remover ou manter a cápsula que envolve a prótese deve ser individualizada. Não existe uma abordagem única para todos os explantes, pois a estratégia depende da condição da cápsula, dos achados de imagem, do motivo da retirada e do histórico cirúrgico. A FDA informa que, após a remoção sem substituição, podem ocorrer alterações de contorno, enrugamento da pele, redução de tecido aparente e outras mudanças estéticas, o que reforça a importância de alinhar expectativas antes da cirurgia.

Para pacientes com próteses de silicone, o acompanhamento também pode envolver exames de imagem conforme indicação médica. Critérios do American College of Radiology incluem ultrassonografia ou ressonância magnética em cenários específicos de acompanhamento e suspeita de complicações, considerando o tipo de implante e a situação clínica.

O que é ginecomastia e quando a cirurgia pode ser considerada?

A ginecomastia é o aumento do tecido glandular mamário em homens. Ela deve ser diferenciada da pseudoginecomastia, condição em que há predominância de gordura localizada no tórax sem aumento glandular significativo. Essa distinção é importante porque define a estratégia de tratamento: alguns casos podem ser tratados principalmente com lipoaspiração, enquanto outros exigem retirada de tecido glandular, ou a combinação das duas abordagens.

A avaliação da ginecomastia deve investigar duração do quadro, medicamentos em uso, alterações hormonais, consumo de substâncias, doenças associadas e características do aumento mamário. Diretrizes clínicas da European Academy of Andrology indicam que a investigação busca identificar condições de base e diferenciar a ginecomastia de outras alterações mamárias que possam exigir avaliação específica.

A cirurgia de ginecomastia pode ser considerada quando o aumento mamário persiste, provoca incômodo estético, desconforto ou não responde à conduta indicada para a causa identificada. O planejamento cirúrgico avalia a espessura da gordura, presença de glândula, excesso de pele, assimetria e qualidade da pele. Em casos com maior flacidez, a remoção de tecido pode precisar ser acompanhada de tratamento de pele para favorecer um contorno mais harmônico.

Como comparar mamoplastia de aumento, mastopexia, redução, explante e ginecomastia?

A forma mais objetiva de comparar as cirurgias mamárias é identificar primeiro qual mudança a pessoa procura. Desejo de mais volume costuma direcionar a pesquisa para mamoplastia de aumento. Queda mamária com desejo de maior preenchimento pode levar à mastopexia com prótese. Queda sem intenção de usar silicone pode ser tratada com mastopexia sem implante. Mamas muito pesadas e volumosas podem indicar mamoplastia redutora. Já a retirada de próteses envolve explante, com ou sem mastopexia, conforme a adaptação esperada dos tecidos.

Quadro 1: como escolher um procedimento?

Dúvida Procedimento mais relacionado
Quero aumentar o volume das mamas Mamoplastia de aumento
Tenho mama caída e quero mais preenchimento Mastopexia com prótese
Quero levantar as mamas sem silicone Mastopexia sem prótese
Me incomodo com mamas grandes, pesadas ou desproporcionais Mamoplastia redutora
Quero retirar próteses de silicone Explante mamário
Tenho aumento mamário masculino Cirurgia de ginecomastia

Fonte: dados da pesquisa, 2026.

A tabela orienta a pesquisa inicial, mas não substitui a avaliação anatômica. Algumas pacientes que acreditam precisar apenas de silicone podem se beneficiar de mastopexia, enquanto outras que desejam retirar implantes podem precisar discutir levantamento das mamas. A cirurgia mais adequada é aquela que equilibra objetivo estético, estrutura corporal, segurança, qualidade de pele e possibilidade de manutenção do resultado no longo prazo.

Considerações finais

Cirurgias mamárias não devem ser entendidas como procedimentos intercambiáveis. Mamoplastia de aumento, mastopexia com ou sem prótese, mamoplastia redutora, explante mamário e ginecomastia atendem a objetivos distintos e exigem planejamento específico. A pergunta mais importante não é apenas “qual cirurgia está em alta?”, mas “qual mudança anatômica eu procuro e qual estratégia pode respeitar melhor meu corpo, minha saúde e minha expectativa?”.

Uma pillar page eficiente sobre cirurgias mamárias deve ajudar o paciente a compreender essas diferenças sem simplificar excessivamente a decisão. Ao organizar cada procedimento em uma página própria e conectar esses conteúdos por links internos, o site ganha profundidade temática, melhora a experiência de busca e oferece respostas mais claras para mecanismos de pesquisa, assistentes de IA e usuários em diferentes estágios da jornada.

Referências

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FAQ: perguntas frequentes sobre cirurgias mamárias

Mastopexia e mamoplastia são a mesma coisa?
Não. Mamoplastia é um termo amplo para cirurgias que modificam as mamas, incluindo aumento, redução e levantamento. Mastopexia é especificamente a cirurgia voltada a tratar flacidez e queda mamária, com reposicionamento da mama e da aréola. Ela pode ser feita com prótese, quando também há desejo de recuperar volume, ou sem implante, quando o volume existente é suficiente para o objetivo planejado.

Qual cirurgia pode ser indicada para mama caída?
A cirurgia mais relacionada à mama caída é a mastopexia. Ela remove ou reorganiza a pele excedente, reposiciona a aréola e remodela os tecidos mamários. A decisão entre mastopexia com ou sem prótese depende do volume presente, da qualidade da pele, do grau de flacidez e da expectativa de preenchimento. Nem toda mama caída precisa de silicone, assim como nem toda prótese corrige adequadamente uma ptose mamária.

É possível levantar os seios sem colocar silicone?
Sim. A mastopexia sem prótese pode reposicionar as mamas e melhorar o formato usando o próprio tecido mamário. Essa possibilidade depende de haver volume suficiente para o resultado desejado e de a paciente não buscar aumento importante de projeção. Quando existe pouco tecido mamário ou esvaziamento acentuado do polo superior, a cirurgia pode precisar de outra estratégia para alinhar o resultado à expectativa.

Mamoplastia redutora também levanta as mamas?
Sim. A mamoplastia redutora reduz o excesso de tecido, gordura e pele, mas também remodela as mamas e reposiciona a aréola. Por essa razão, ela costuma combinar redução de volume com levantamento mamário. O desenho da cicatriz, a quantidade de tecido retirada e a técnica utilizada dependem do tamanho das mamas, da posição da aréola, da qualidade da pele e do objetivo de proporção corporal.

Como fica a mama após o explante de silicone?
O aspecto das mamas após o explante varia de acordo com o tamanho da prótese retirada, o tempo de uso, a elasticidade da pele, o volume de tecido mamário natural e a presença de flacidez prévia. Algumas pacientes mantêm formato satisfatório apenas com a retirada dos implantes. Outras podem se beneficiar de mastopexia para reposicionar os tecidos. A avaliação antes da cirurgia deve incluir uma conversa objetiva sobre mudanças de volume, pele e contorno.

Toda paciente com prótese de silicone precisará trocar o implante?
Não existe uma data única de troca válida para todas as pacientes. A FDA informa que implantes não são dispositivos vitalícios e que a probabilidade de remoção ou substituição aumenta com o tempo, especialmente diante de complicações ou mudanças estéticas desejadas. A necessidade de troca depende de avaliação clínica, exames quando indicados, condição da prótese, sintomas e objetivos da paciente.

Ginecomastia pode voltar após a cirurgia?
A possibilidade de recorrência depende da causa do aumento mamário e da conduta adotada antes e depois da cirurgia. Quando há alteração hormonal ativa, uso de medicamentos associados ao quadro ou ganho importante de peso, esses fatores podem influenciar o contorno do tórax ao longo do tempo. Por isso, a investigação da causa e o acompanhamento médico são partes importantes do planejamento, especialmente em casos recentes ou de início súbito.

Todas as cirurgias mamárias deixam cicatriz?
Toda cirurgia que envolve incisão deixa algum grau de cicatriz. A extensão, a posição e a visibilidade variam conforme o procedimento, a quantidade de pele que precisa ser tratada, o volume mamário, a técnica cirúrgica e a resposta individual de cicatrização. Em mamoplastias e mastopexias, a cicatriz faz parte do planejamento e deve ser explicada antes da cirurgia, incluindo evolução esperada, cuidados recomendados e limitações de cada caso.

Dra. Flávia Bonato

Dra. Flávia Bonato

Cirurgiã · CRM-TO 4503 · RQE 1958

Cirurgias Mamárias eContorno Corporal

As mamas e o contorno corporal fazem parte da forma como muitas mulheres se enxergam e se sentem. Por isso, cada cirurgia é planejada de maneira individualizada, respeitando a anatomia, os objetivos e o momento de vida de cada paciente. Meu papel é construir, junto com você, a melhor estratégia cirúrgica, com segurança, clareza e expectativas bem alinhadas.

Mamoplastia de Aumento

Indicada para mulheres que desejam aumentar o volume das mamas e conquistar maior harmonia com o restante do corpo, sem abrir mão da naturalidade.

Mastopexia com Prótese

Procedimento realizado para elevar e reposicionar as mamas, associado ao uso de prótese quando há necessidade de recuperar volume e sustentação.

Mastopexia sem Prótese

Uma das cirurgias mais procuradas pelas minhas pacientes. Indicada para mulheres que desejam levantar e remodelar as mamas sem a utilização de implantes.

Mamoplastia Redutora

Além da questão estética, a redução mamária pode proporcionar mais conforto no dia a dia, aliviando desconfortos físicos e melhorando a proporção corporal.

Explante Mamário

Para pacientes que desejam retirar suas próteses, o planejamento é feito de forma individualizada, respeitando as características de cada caso e os objetivos esperados após a cirurgia.

Ginecomastia

Procedimento indicado para o tratamento do aumento das mamas masculinas, proporcionando um contorno mais compatível com as características do tórax masculino.

Lipoaspiração

A lipoaspiração não tem como objetivo o emagrecimento, mas sim o refinamento do contorno corporal. O procedimento ajuda a tratar áreas de gordura localizada e a valorizar as proporções naturais do corpo.

Minilipo

Versão mais pontual da lipoaspiração, indicada para tratar pequenas áreas de gordura localizada com uma abordagem menos extensa e recuperação mais tranquila.

Abdominoplastia

Indicada para tratar a flacidez abdominal e o excesso de pele, ajudando a recuperar o contorno da região após a gestação, perda de peso ou mudanças naturais do corpo ao longo do tempo.

Abdominoplastia Reversa

Uma alternativa utilizada em casos específicos para melhorar a flacidez da parte superior do abdômen, sempre após uma avaliação individualizada.

Correção de Cicatriz Cesárea

Muitas pacientes se incomodam com retrações ou irregularidades na região da cicatriz. Nesses casos, é possível realizar correções para melhorar o aspecto da área e o conforto no dia a dia.

Rejuvenescimento Facial

Muitas vezes, pequenos incômodos na face podem afetar a forma como nos enxergamos. Por isso, meu trabalho é buscar soluções que respeitem suas características, valorizem sua beleza natural e estejam alinhadas ao seu desejo de imagem.

Blefaroplastia

Procedimento que rejuvenesce o olhar tratando as pálpebras superiores, com a retirada do excesso de pele para um olhar mais leve, e as inferiores, suavizando bolsas e sinais de envelhecimento, sempre preservando a naturalidade da expressão facial.

Lifting Facial Deep Plane

Técnica de rejuvenescimento facial que atua nas estruturas mais profundas da face, promovendo resultados naturais e respeitando os traços de cada paciente.

Mini Lifting Facial

Versão mais pontual do lifting facial, indicada para sinais iniciais de flacidez. Promove um rejuvenescimento sutil com uma abordagem menos extensa e recuperação mais tranquila.

Frontoplastia

Cirurgia indicada para melhorar a região da testa e suavizar sinais relacionados ao envelhecimento, mantendo a harmonia facial.

Otoplastia

Procedimento realizado para correção das orelhas proeminentes, contribuindo para maior equilíbrio estético e conforto com a própria imagem.

Processo

Sua jornada com a Dra. Flávia Bonato

Para mim, uma boa cirurgia começa muito antes do procedimento. Faço questão de estar presente em cada etapa, esclarecendo dúvidas, orientando e acompanhando minhas pacientes desde a primeira consulta até a recuperação.

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"Mesmo morando há mais de 600 km, tive atendimento ímpar e fui muito bem acolhida, com muito zelo."

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Cirurgiã plástica com abordagem técnica, individualizada e humana

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A cirurgia plástica faz parte da minha vida há mais de 10 anos e o que mais me motiva é acompanhar a transformação que acontece quando uma paciente alcança a meta que desejava há tanto tempo.

Ao longo da minha trajetória, aprendi que não existem soluções prontas. Cada pessoa chega até mim com uma história, expectativas, inseguranças e sonhos diferentes. Por isso, acredito que uma boa cirurgia começa muito antes do centro cirúrgico: começa na escuta, no planejamento e na construção de confiança.

Minha atuação é voltada principalmente para cirurgias mamárias, contorno corporal e rejuvenescimento facial. Em cada caso, busco unir conhecimento técnico, experiência e um olhar atento às características de cada paciente, sempre respeitando sua individualidade e seus objetivos.

Valorizo muito a transparência durante todo o processo. Gosto que minhas pacientes compreendam cada etapa da cirurgia, sintam segurança nas decisões tomadas e saibam que terão acompanhamento próximo também durante a recuperação.

Mais do que realizar procedimentos, meu compromisso é estar presente em uma jornada que envolve autoestima, bem-estar e qualidade de vida.

Além do consultório, sou mãe, apaixonada por esportes e profundamente conectada ao universo da saúde. Todas essas experiências também influenciam a forma como cuido das minhas pacientes, reforçando valores que considero essenciais: disciplina, equilíbrio, acolhimento e respeito ao tempo de cada pessoa.

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